Metalúrgicos de Minas debatem Plano de Lutas na IV Plenária da FEM/MG-CUT

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Presidenta da CUT/MG propõe mobilizações de rua por avanços de direitos

Com o tema “Direitos se ampliam e não se reduzem! Metalúrgicos unidos contra a retirada de direitos”, a Federação Estadual dos Metalúrgicos de Minas Gerais (FEM/MG-CUT) deu início nesta terça-feira (24) à IV Plenária no Sesc Venda Nova, Região Norte de Belo Horizonte. Na IV Plenária, os metalúrgicos vão discutir a contribuição que levarão para a construção do Plano de Lutas no IX Congresso da Confederação Nacional (CNM/CUT), que será realizado de 14 a 17 de abril, em São Paulo.
A atividade termina nesta quarta-feira (25), com apresentação de relatório de trabalhos de grupo e debate, com a análise de conjuntura econômica, com Marcelo Figueiredo, do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, e José Wagner Morais de Oliveira, presidente da FEM/MG-CUT; deliberações e encaminhamentos.
“Vamos debater os desafios que a categoria, juntamente com as federações, a confederação e a CUT, terá que superar neste ano, com uma conjuntura difícil, um ajuste fiscal, campanha salarial, disputa de projetos políticos, disputas com governos eleitos”, afirmou José Wagner. O presidente da FEM/MG-CUT admitiu que não era esperada uma conjuntura tão difícil neste início de ano. “A disputa eleitoral levou a isto e a análise de conjuntura, feita na abertura da Plenária, contribuiu para uma boa discussão”, disse.
A presidenta da Central Única dos Trabalhadores de Minas Gerais (CUT/MG), Beatriz Cerqueira; José Quirino e Geralda Inácio (Diná), da FEM/MG-CUT; Eugênio Pasqualini e Juarez Guimarães fizeram exposições na Análise de Conjuntura que abriu a IV Plenária, na manhã desta terça-feira. Para Beatriz Cerqueira, é importante que trabalhadores e trabalhadoras apresentem, em abril, um balanço dos 90 dias do governo de Fernando Pimentel, juntamente com a avaliação que o governador se comprometeu a fazer.
“Queremos que o atual governo de Minas Gerais construa uma agenda propositiva com a classe trabalhadora. Vamos também articular mobilizações de rua em março, em função da conjuntura que se apresenta, por avanços de direitos e contra as medidas do ajuste fiscal. Estas mobilizações serão construídas pelos movimentos sociais e pelas categorias profissionais”, afirmou Beatriz Cerqueira.
No período da tarde, estavam programadas as mesas Organização Sindical e Plano de Lutas para o 9° Congresso da CNM/CUT; e Análise da Portaria 326 do Ministério do Trabalho Emprego, com Jaci Afonso, da CUT Nacional, e Fábio Moreira, da Secretaria de Relações do Trabalho do Ministério do Trabalho.

Fonte: CUT/MG

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