Diretor do sindicato dos metalúrgicos é o novo Superintendente Regional do Trabalho de MG

postado em: Notícias | 0

A nomeação do companheiro Ubirajara de Freitas é um reconhecimento pelo trabalho realizado por mais de 20 anos no movimento sindical.

A posse aconteceu no último dia 10 de dezembro, às 15h30, no auditório da SRTE em Belo Horizonte com presença do ministro do trabalho e previdência social, Miguel Rosseto, autoridades federais e estaduais e lideranças sindicais.

Todas estas relações de trabalho estão regulamentadas por uma legislação trabalhista; legislação esta que é resultado de séculos de lutas, debates, tensões sociais, acúmulos de pensamentos sociais e filosóficos de nosso país. Portanto, é correto dizer que a nossa legislação trabalhista é um patrimônio histórico, intelectual e cultural de nossa sociedade.

Neste contexto, o ministério do trabalho tem um papel fundamental na proteção e fiscalização dos direitos trabalhistas, sendo assim um dos mais importantes ministérios, especialmente para as camadas na base da pirâmide social.

Para Bira, esta compreensão é fundamental para sua atuação a frente da Superintendência do Ministério do Trabalho em Minas. “Não é apenas uma honra e um desafio para mim, mas também uma responsabilidade que espero estar a altura de realizar”, falou.

Segundo ele, a relação institucional com demais segmentos da sociedade mineira, especialmente sindicatos e empresas,  deverá procurar sempre o diálogo, mesmo sabendo que não raro as relações trabalhistas resultam em certos conflitos. “Sem perder a perspectiva de zelo e proteção a legislação trabalhista, é nosso dever contribuir na busca de soluções negociadas, alternativas que apontem não só para soluções satisfatórias para os dois lados como também contribuam para o avanço democrático e social destas mesmas relações. Isto, é claro, tomando o devido cuidado de não se caracterizar como intervenções de qualquer nível”, concluiu.

Ele acredita que a forma de atuação da Superintendência do Trabalho deve sempre incluir diálogos constantes com representantes dos trabalhadores, através de seus sindicatos e centrais, o que não exclui contatos com parlamentares, universidades, e outras organizações da sociedade civil que possam atuar no combate a precarização do trabalho.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

9 + nove =