14ª Plenária Estatutária da CUT-MG define estratégias e plano de lutas

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Com debates sobre conjuntura nacional e internacional, aprovação de propostas e moções e eleição de representantes para a 15ª Plenária Nacional, a Central Única dos Trabalhadores de Minas Gerais (CUT/MG) realizou no sábado, 15 de julho, a 14ª Plenária Estatutária Congresso Extraordinário e Exclusivo na sede do Sindieletro-MG, em Belo Horizonte. Com delegados dos sindicatos CUTistas de todos os ramos e setores, observadores e militantes dos movimentos sociais, populares e estudantis e parlamentares, a Plenária fortaleceu ainda mais a união de forças em Minas Gerais contra as reformas trabalhista, da Previdência, a terceirização e pelas pautas “Fora, Temer”, “Diretas, já” e anulação do impeachment, além das lutas em defesa da democracia, de Lula, contra a criminalização dos movimentos sociais, a privatização, pela criação do coletivo LGBT da CUT Minas e apoio às ocupações do campo e da cidade, entre outras.

Durante a 14ª Plenária foram lançadas duas publicações, o “Jornal da CUT Minas”, sobre o Congresso Extraordinário, realizado nos dias 31 de março e 1° de abril, na Assembleia Legislativa; e um boletim sobre o Dia Nacional de Luta em 21 de abril, em Ouro Preto, quando foi entregue a medalha “Quem Luta Educa” às lutadoras e lutadores do povo, pessoas comuns, lideranças sindicais e sociais que se destacaram ao se dedicar às causas coletivas e sociais. Dois momentos de grande emoção aconteceram durante a apresentação de um vídeo, produzido pela CUT/MG, que resumiu as ações, mobilizações e atos nos últimos dois anos em Minas Gerais e outro vídeo sobre a manifestação de apoio a Lula, com a presença do ex-presidente, que esteve em Curitiba para depor ao juiz Sérgio Moro, e Dilma Rousseff, no dia 10 de maio.

A mesa de abertura foi composta por Adilson Pereira dos Santos, coordenador da Escola Sindical 7 de Outubro; Vauvenargues Lopes, presidente da CUT Regional Sul de Minas; Silvio Netto, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST); Beatriz Cerqueira, presidenta da CUT/MG; Feliciana Saldanha, secretária-geral da CUT Regional Vale do Aço; Soniamara Maranho, do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB); Nilton Rezende, da Direção Executiva da CUT Nacional; Watoira Antônio de Oliveira, presidente da CUT Regional Zona da Mata; José Celestino Lourenço (Tino), secretário de Cultura da CUT Nacional; Luiz Sérgio dos Santos, o Luizão, presidente da CUT Regional Triângulo Mineiro; Jairo Nogueira Filho, secretário-geral da CUT Minas; Rogério Correia, deputado estadual e 1º secretário da Assembleia Legislativa; Roberto Cupolillo, o Betão, vereador em Juiz de Fora.

Após as saudações de todos, foi composta a mesa sobre conjuntura, com Beatriz Cerqueira; João Antônio Felício, da Direção Nacional da CUT e da Confederação Sindical Internacional (CSI), Frederico Melo, técnico do Dieese e da Subseção do Dieese, da CUT/MG. O debate foi coordenado pela secretária de Comunicação da CUT/MG, Rosângela Gomes Soares da Costa; e pela secretária de Mulheres, Lucimar de Lourdes Gonçalves Martins.

Principais pontos da 14ª Plenária Estatutária da CUT/MG

– Debates importantes sobre conjuntura.

– Criação do coletivo LGBT da CUT Minas.

– Defesa da Pesquisa de Emprego e desemprego (PED) do Dieese

– Apoio aos trabalhadores e trabalhadoras ambulantes de Belo Horizonte.

– Elaboração de propostas sobre formação, saúde da trabalhadora e do trabalhador, juventude, mulheres!

– Posicionamento contra a política do governador Fernando Pimentel de privatização nas áreas da saúde, educação e o Parque das Águas.

– Luta contra a privatização das usinas da Cemig!

– Denúncia do autoritarismo do Judiciário que criminaliza os metroferroviários pela luta de classe que fazem!

– Apoio às ocupações urbanas e no campo e contra a criminalização destas lutas. Todo apoio à ocupação da fazenda do empresário Eike Batista e contra a ordem de desapropriação marcada para a próxima terça-feira, dia 18/07.

– Apoio a anistia da greve dos servidores das SREs da Secretaria de Estado da Educação;

– Solidariedade às senadoras pelo enfrentamento que fizeram na luta contra a reforma trabalhista.

– Intensificar a luta contra o golpe de Estado, contra a terceirização irrestrita, desmonte da Previdência e dos direitos trabalhistas.

Fonte: CUTMG

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