Dia 22 de março tem manifestação contra Reforma da Previdência do Bolsonaro

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A luta em defesa da Previdência Social terá um capítulo decisivo no dia 22 de março. Os movimentos sindical e social farão grandes atos em todo o país contra a proposta de reforma da previdência apresentada pelo governo do presidente Bolsonaro (PSL).

O Sindicato dos Metalúrgicos de BH/Contagem e região convoca os trabalhadores e trabalhadoras para no dia 22 de março participarem da luta pelo direito de se aposentar de forma digna e não com um benefício inferior a metade do salário mínimo.

REFORMA QUER ACABAR COM A APOSENTADORIA

A PEC 6/2019, que pretende mudar as regras da Previdência Social, não apresenta nenhuma vantagem para os trabalhadores, pelo contrário, vai obrigar a população trabalhar até morrer ou morrer trabalhando.

OBJETIVO É TAMBÉM PIORAR LEGISLAÇÃO TRABALHISTA

A reboque da proposta da reforma da Previdência está embutido também mudanças nas leis trabalhistas, piorando ainda mais a atual legislação.

No regime de capitalização, defendido por Bolsonaro, no qual cada trabalhador faz sua poupança para se aposentar, a contribuição do empregador não será mais aplicada sobre o salário do empregado, o que reduziria o custo da mão de obra para a empresa. Por outro lado, o trabalhador ainda contribuiria, dentro de novas regras e com valores a serem definidos.

BOLSONARO LIBERAR$1 BILHÃO EM TROCA DE VOTOS NA REFORMA

Impedir que as medidas propostas pelo Bolsonaro sejam aprovadas pelo Congresso e pelo Senado passa pela mobilização e luta da classe trabalhadora.
Desesperado para atender a demanda do capital financeiro, Bolsonaro já liberou R$ 1 bilhão em emendas parlamentares em troca de votos pela reforma.

BOLSONARO NÃO VAI CALAR A CLASSE TRABALHADORA

Numa tentativa de inviabilizar a resistência da classe trabalhadora e aniquilar a organização sindical contra a reforma da Previdência, Bolsonaro, na véspera do carnaval, expediu Medida Provisória (MP 873/2019) com o objetivo de sufocar o sustento dos sindicatos.

A reforma da Previdência e agora a MP 873/2019 representam ataques sem precedentes aos direitos dos trabalhadores, às organizações sindicais que os representam e, por consequência, ao estado democrático.

Vamos juntos, no dia 22 de março, mostrar que as manobras e mentiras do Bolsonaro não terão êxito.

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